TECNOLOGIA FREET Motores lineares distribuídos aplicam força em diferentes
pontos do transportador, criando uma nova arquitetura de tensão,
controle e repotenciamento.
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ENGRENAMENTO MAGNÉTICO Dois primários fixos geram um campo eletromagnético viajante.
O secundário, associado à correia, passa entre eles e recebe
a força que movimenta o transportador.
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TRAÇÃO DISTRIBUÍDA Em estudo comparativo específico, a aplicação distribuída da força
alterou significativamente o perfil de tensão em relação
à solução convencional analisada.
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TECNOLOGIA EXCLUSIVAMENTE BRASILEIRA

PATENTEADA NOS PRINCIPAIS MERCADOS DE MINERAÇÃO

TODOS OS KPI's AVALIADOS APROVADOS

EQUIPAMENTO REAL
EM OPERAÇÃO

TECNOLOGIA DOCUMENTADA EM ARTIGO TÉCNICO

Duas formas de gerar tração

O convencional transfere força pelo tambor.
O FreeT gera força ao longo do transportador.

No sistema convencional, motor, redutor, eixo e tambor concentram o acionamento em uma estação, e a força chega à correia por atrito.

 

No FreeT, motores lineares distribuídos aplicam força por engrenamento magnético em diferentes pontos do perfil.

O convencional transfere força pelo tambor.
O FreeT gera força ao longo do transportador.

Motor linear de dupla face

Dois primários fixos geram um campo eletromagnético viajante. A força já nasce em linha reta, sem precisar ser convertida a partir do movimento rotativo.

Secundário segmentado

O secundário se move com a correia. Sua construção segmentada permite acompanhar trechos retos, curvas, transições e tambores, mantendo a continuidade funcional diante dos motores.

Integração mecânica

Estrutura, motores, entreferro, secundário e roletes bipartidos formam um conjunto integrado de engenharia.

1. Fixação da base;
2. Posicionamento dos motores;
3. Alinhamento do conjunto;
4. Montagem dos roletes bipartidos.

Tração distribuída e modularidade

A força é aplicada por zonas
ao longo do transportador

Cada módulo fornece uma parcela da força necessária. Em vez de aumentar continuamente o porte de uma única estação motriz, o sistema cresce pela repetição e distribuição de módulos.

MODULAR

Conjuntos padronizados podem ser repetidos ao longo do perfil.

ESCALÁVEL

A quantidade de zonas é definida conforme a necessidade da aplicação.

DISTRIBUÍDA

Cada zona atende uma parcela do percurso e das resistências.

FLEXÍVEL

Os módulos podem ser posicionados conforme espaço, estrutura e alimentação disponíveis.

O comprimento do transportador deixa de exigir que toda a força seja transmitida por um único ponto.

COMO UM FREET É DIMENSIONADO

Cada transportador recebe uma arquitetura própria

Não existe quantidade fixa de motores nem espaçamento universal. A engenharia avalia todo o transportador e define onde e como a força deve ser aplicada.

 

A metodologia considera em conjunto o perfil do transportador, a correia, as condições operacionais, a posição dos módulos, os cenários dinâmicos e a necessidade residual de esticamento.

1. Entender o transportador

Comprimento, perfil, capacidade, velocidade, correia, roletes, tambores e condições de operação.

2. Mapear os esforços

Identificar os trechos em que carga, inclinação e resistências aumentam a tensão.

3. Definir os locais possíveis

Avaliar espaço, estrutura, alimentação elétrica, acesso e manutenção.

4. Comparar alternativas

Testar diferentes quantidades, posições e forças dos módulos.

5. Verificar os cenários

Avaliar operação cheia e vazia, partida, parada, frenagem e indisponibilidade de módulos.

Resultado entregue ao cliente:

A engenharia FreeT organiza a aplicação da força para construir um perfil de tensão mais favorável.

O resultado no perfil de tensão

A diferença aparece ao longo de todo o transportador

No convencional, os esforços se acumulam até a estação de acionamento. No FreeT, as zonas distribuídas recompõem somente a força necessária para cada trecho.

PERFIL AO LONGO DO TRANSPORTADOR

Visualiza como a tensão evolui no
convencional e no FreeT.

TENSÃO DE ESTICAMENTO

Mostra como a demanda operacional de esticamento pode ser reavaliada.

PICOS COMPARATIVOS

Compara a tensão máxima das
arquiteturas analisadas.

O resultado no perfil de tensão

Até 93% de redução no pico de tensão

Resultado observado no estudo comparativo específico TR-2110CC-06.

 

Cada aplicação apresenta resultados próprios, conforme perfil, carga, velocidade, correia e distribuição dos módulos.

Operação, controle e contingências

Projetado para diferentes condições de operação

A solução é verificada não apenas em regime permanente, mas também durante transições e contingências.

Partida e parada

Os módulos podem atuar de forma coordenada para controlar aceleração e desaceleração.

Variação de carga

A força pode ser adequada conforme o transportador está vazio, parcialmente carregado ou em condição nominal.

Módulo indisponível

A engenharia verifica a capacidade remanescente e as alternativas de redistribuição de força.

Controle térmico e elétrico

Alimentação, inversores, refrigeração, temperatura e disponibilidade são parte do sistema.

Desenvolvimento, validação e benefícios

Da pesquisa à operação industrial

TECNOLOGIA DOCUMENTADA EM ARTIGO TÉCNICO

O desenvolvimento do motor linear de dupla face e secundário segmentado foi documentado em artigo técnico na IEEE Transactions on Industrial Electronics.

Menor envelope de tensão

Menor concentração de esforços em um único ponto.

Zero desalinhamento observado nos testes

A correia permaneceu na linha de centro nas condições avaliadas.

Menor criticidade mecânica

Potencial de impacto sobre correia, tambores, eixos, mancais, estruturas e fundações.

Arquitetura modular

Capacidade ampliada pela repetição de módulos.

Repotenciamento

Nova alternativa para transportadores existentes.

Maior previsibilidade

Estado, força e disponibilidade das zonas acompanhados pela automação.

O que muda

O que continua sendo projetado

O FreeT não elimina a engenharia do transportador. Ele muda a premissa central a partir da qual o sistema é projetado.

VISÃO GERAL

Arquitetura, funcionamento e benefícios da plataforma.

ARTIGO TÉCNICO

Referência científica sobre o motor e o secundário segmentado.

PACOTE SOB NDA

Estudos, evidências e informações controladas.

+

anos de desenvolvimento

%

dos KPI's aprovados

desalinhamento nos testes

%

redução no pico de tensão

Perguntas Frequentes

Não. O motor linear é parte de uma plataforma que integra correia, secundário, roletes bipartidos, estrutura, alimentação, controle, refrigeração e engenharia de aplicação.

Não existe contato mecânico entre as faces ativas. A força é transmitida pelo campo eletromagnético através do espaço funcional entre primário e secundário.

Não necessariamente. Tambores ainda podem cumprir funções de retorno, desvio ou conformação. O que muda é a dependência do tambor como ponto concentrado de tração.

Depende da aplicação. A demanda operacional pode ser significativamente reduzida, mas condições desenergizadas, de manutenção e emergência continuam sendo verificadas.

Ele é segmentado e articulado para acompanhar o movimento da correia, mantendo continuidade funcional diante dos motores.

A quantidade depende do comprimento, perfil, capacidade, velocidade, correia, resistências, espaço disponível, alimentação elétrica e estratégia de contingência.

A arquitetura permite estudar redistribuição de força. A capacidade remanescente depende das margens e da configuração de cada projeto.

Sim. O estudo de repotenciamento avalia estrutura, correia, roletes, tambores, elétrica, automação, espaço e sequência de implantação.

Não. O valor de 93% pertence a um estudo comparativo específico. Cada aplicação possui resultados próprios.

Perfil longitudinal, capacidade, velocidade, correia, roletes, tambores, acionamento atual, sistema de esticamento, casos operacionais e restrições de instalação.

Sob a ótica econômica, o FreeT pode impactar CAPEX, OPEX e prazo de implantação, dependendo das características de cada projeto. A redução do envelope de tensão pode influenciar classe de correia, tambores, eixos, estruturas, bases, fundações, montagem e manutenção. Estudos comparativos realizados pela MDE indicam ganhos relevantes em diferentes cenários, que serão apresentados ao mercado em reuniões técnicas e análises específicas de aplicação.

Mesmo operando com redução de motores lineares, carga descentralizada e exposição a condições severas de umidade, o sistema manteve estabilidade, alinhamento e desempenho dentro dos parâmetros estabelecidos. A aprovação de todos os indicadores-chave de desempenho avaliados durante os testes demonstra que o FreeT atingiu um nível de desenvolvimento compatível com aplicações industriais mais amplas.

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FreeT® é marca registrada. Tecnologia patenteada desenvolvida pela MDE. Os resultados técnicos e econômicos dependem da engenharia, das condições operacionais e do escopo de cada aplicação. © 2026 FreeT Systems. Todos os direitos reservados.

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